Do princípio de funcionamento aos critérios de compra: a equipe Dubësser explica, em linguagem clara, o que é um agitador mecânico, para que ele serve, como ele se diferencia do agitador magnético e o que observar — viscosidade, volume, rotação e torque — para escolher o modelo certo para o seu processo.
Sempre que um líquido precisa ser misturado, dispersado ou homogeneizado em volume acima do que uma barra magnética consegue mover — ou quando a mistura é viscosa demais para isso — entra em cena o agitador mecânico. Ele é um dos equipamentos mais versáteis do laboratório e da produção em pequena escala, presente em rotinas que vão da cosmética à indústria de alimentos.
Mas "agitador mecânico" reúne modelos com capacidades muito diferentes. Entender como o equipamento funciona e quais parâmetros realmente importam é o que separa uma compra acertada de um motor que não dá conta do processo. Vamos do conceito ao critério de escolha.
O agitador mecânico é um equipamento que promove a mistura de líquidos por meio de uma hélice acoplada a um eixo (haste) girado por um motor. Diferente do agitador magnético — que movimenta uma pequena barra imantada dentro do recipiente — o agitador mecânico transmite força diretamente ao fluido através da hélice, o que permite trabalhar com volumes maiores e produtos mais viscosos.
Na prática, é o equipamento indicado quando a agitação precisa de torque — a "força de giro" — para vencer a resistência do líquido e manter a rotação constante do começo ao fim do processo.
Todo agitador mecânico de bancada tem três partes essenciais que trabalham juntas:
Esse conjunto é montado sobre um suporte com base e mufas de fixação, que garante estabilidade e posiciona a haste na altura certa dentro do recipiente.
A função central do agitador mecânico é homogeneizar, misturar, dispersar e manter em suspensão substâncias em meio líquido. Ele é usado sempre que se precisa de uma mistura uniforme e reprodutível, especialmente em maiores volumes. Entre as aplicações mais comuns:
É a dúvida mais comum de quem vai comprar. A regra prática é direta: o volume e a viscosidade decidem.
Regra prática: se a barra magnética não gira de forma estável — porque o volume é grande demais ou o produto é viscoso demais — é hora do agitador mecânico.
A hélice é o que determina o tipo de fluxo dentro do recipiente. Trocar a hélice é adaptar o mesmo equipamento a diferentes viscosidades e objetivos de mistura. Os três tipos que acompanham o agitador da Dubësser cobrem a maioria das necessidades:
Ter os três formatos à disposição significa um único equipamento resolvendo desde a suspensão de um pó até a emulsão de um creme denso.
Na hora de comparar modelos, quatro parâmetros concentram quase toda a decisão:
Vale também observar o diâmetro de fixação do mandril (para saber quais hastes cabem), a tensão de alimentação (fontes bivolt automáticas dão mais flexibilidade) e recursos de segurança como a proteção contra sobrecarga.
Além dos números de capacidade, alguns recursos elevam a qualidade e a repetibilidade do processo:
Ver ficha completa do Agitador Mecânico Digital →
O Agitador Mecânico Digital da Dubësser entrega até 60 L, 2000 rpm e 90 N.cm de torque, com três hélices inclusas e entrega para todo o Brasil.
Ver o agitador mecânico na lojaO agitador magnético movimenta uma pequena barra imantada dentro do recipiente e é indicado para pequenos volumes de líquidos pouco viscosos. O agitador mecânico gira uma hélice acoplada a um motor, entregando torque para misturar grandes volumes e produtos viscosos, em que a barra magnética perderia o acoplamento.
Depende do objetivo e da viscosidade: a hélice naval gera fluxo axial e mantém sólidos em suspensão; a turbina gera alto cisalhamento para dispersar e emulsionar; a centrífuga/tipo pá movimenta grandes volumes de produtos mais viscosos com agitação suave. Ter os três formatos amplia muito a versatilidade do equipamento.
O torque (medido em N.cm) é a força de giro que o motor consegue aplicar. Quanto maior o torque, mais o agitador sustenta a rotação constante mesmo quando a mistura engrossa. Por isso ele é decisivo para produtos viscosos.
Escolha pela combinação de volume máximo de trabalho e viscosidade do produto. A capacidade em litros costuma ser medida em água; produtos viscosos reduzem esse volume efetivo. Na dúvida, opte por um modelo com folga de torque e ampla faixa de rotação.
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